domingo, 28 de agosto de 2011

Tem vezes...

Tem vezes que eu me sinto como o Cazuza do filme (sim, sim, eu sei, o roteiro foi escrito e reescrito umas 15 vezes - fonte fidedigna - para acompanhar o padrão Globo, leia-se "de fácil assimilação para o maior número de espectadores"... ou melhor, nivelado por baixo, para não mostrar as drogas e o homossexualismo do protagonista), mas no momento em que ele diz: "Mãe, a vida é só isso?"... confesso que vem uma dor tremenda.

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